41 3362-9438 41 3362-9595 41 99125-9595

A Ilíada começa no fim da guerra de Troia, que durou quase dez anos. Antes ainda da guerra de Troia, havia um rei, Tíndaro, que reinava em Esparta. Esse rei tinha uma filha muito linda, Helena; diziam até que ela era a mulher mais bonita do mundo.



Quando Helena chegou à idade de se casar, todos os príncipes da Grécia se apresentaram, querendo casar-se com ela. Tíndaro reuniu todos os príncipes interessados em sua filha e fez com que a apoiassem em sua escolha.

E assim foi. Helena escolheu, entre todos, o louro Menelau. Casou-se com ele e durante algum tempo reinaram os dois sobre Esparta.

Houve então no Olimpo, morada dos deuses, uma grande festa para comemorar o casamento de Peleu e Tétis, e nessa festa fizeram um concurso para escolher a mais linda das deusas. Chamaram, para julgar a disputa, Páris, príncipe de Troia.

Páris deu a vitória à Afrodite, a deusa do amor, que havia lhe prometido, caso fosse escolhida, o amor da mulher mais bela do mundo. Mas a mulher mais linda do mundo era Helena, que era casada. Afrodite ajudou Páris a conquistar Helena e a leva-la para Troia.

Menelau, então, chamou todos aqueles príncipes que tinham se comprometido a ajuda-lo e pediu a eles que se juntassem e formassem um formidável exército para buscar Helena.

Todos concordaram, o exército foi formado, então, embarcaram em seus navios rumo a Troia. Por causa de um conflito de amor entre homens e deuses, começa a Ilíada, que até hoje nos traz valores morais, sociais e humanos, necessários para a reflexão sobre a sociedade contem


O CANTO XVIII

Antíloco chega a Aquiles para anunciar a morte de seu melhor amigo: Patroclo. Aquiles arrastado pela dor joga cinzas sobre a cabeça e atira-se ao chão. As escravas de Aquiles e Patroclo choram alto em torno do herói.

No fundo do mar, Tétis, mãe do herói Aquiles, ouve tudo e também grita entre as nereidas (lindas habitantes do mar, filhas de Nereu). Então, Tétis se dirige a Troia para ver o seu filho e as trinta e três nereidas a acompanham.

Chegando junto a Aquiles, abraça-lhe a cabeça e pergunta por que chora, o filho responde que o Olímpico atendeu a seus pedidos, mas de que adianta tudo isso se perdeu seu melhor amigo?

Tétis então, lhe disse que o herói devia salvar seus companheiros na guerra, mas suas armas estavam com os troianos. Assim, a deusa sobe ao monte Olimpo em busca de novas armas para o filho.

Íris a mando de Hera desce do Olimpo para falar com Aquiles, e pede que ele se mostre aos troianos, mesmo que não possa entrar na luta pois está sem armas. Encorajado, Aquiles aproxima-se do fosso. Atena lança-lhe sobre o ombro a égide, faz om que todo o herói resplenda de brilho.

Os troianos estremecem, na fuga, doze guerreiros morrem. Os gregos aproveitam a situação para levar o corpo de Patroclo e dar-lhe um funeral honroso.

Tétis, a deusa pés-de-prata, chega ao palácio de Vulcano. É recebida por Cáris, esposa de Vulcano, que chama o marido. Vulcano pergunta a Tétis o que ela deseja e diz que lhe deve favores, já que a deusa cuidou dele quando Zeus o atirou do Olimpo.

A mãe de Aquiles contou a ele os problemas de seu filho, então, Vulcano respondeu que faria as armas e lançou ao fogo: bronze, ouro, prata e estanho. Começou a fazer o escudo. Fez nele três orlas brilhantes, o revestiu com cinco lâminas de metal e esculpiu duas cidades: uma onde havia festas de casamento com danças e música. Na outra, dois exércitos se defrontam.

Tétis, voando com o falcão, pega as armas, presente de Vulcano.
 

Equipe Técnica:

Dramaturgia: Homero / Tradução de Manuel Odorico Mendes

Direção: Octavio Camargo

Iluminação: Beto Bruel

Elenco: Leticia Guimarães

ASSISTA AO VÍDEO